BIOLOGIA

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sidicato dos Servidores elege nova diretoria

Em eleição realizada no dia 19/09/2009 foi eleita a nova Diretoria para dois anos de mandato com os seguintes múmeros: num total de 479 eleitores aptos a votar, 129 compareceram ao pleito, dando um total de 126 votos sim, 97,68%  e 3 votos não 3%, elegendo o Dr Cláudio Heringer como Presidente.  Os Servidores aguardam com grande espectativa essa nova etaqpa do Sindicato.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Luto em São Francisco

A morte do ex prefeito Pedro Cherene, deixa São Francisco de luto e muita gente triste.  Prefeito por dois mandatos,  fez história e ficou para a história desse município.  Governou com responsabilidade e respeito.  Mostrou muitas coisas com sua experiência de empresário que era e de administrador.  As minhas condolências a toda a família Cherene e que Deus o acolha em sua Glória.  Muita força para a familiares e a todos os admiradores do Senhor Pedro.

sábado, 19 de setembro de 2009

Eleições No Sindicato de São Francisco


Os Servidores Públicos de São Francisco de itabapoana exercem o seu direito de voto para eleger a nova diretoria do Sindicato dos Servidore públicos do Município.  A participação dos eleitores está sendo considerada exelente por parte dos organizadore do pleito
Estreevistei o Círábio Ramos:
- Círábio, como está sendo conduzido a eleição até agora?
- Pra mim está sendo uma surpresa, pois o número de votantes está além do esperado, o pessoal tem aderido, numa demonstração  de interesse pela entidade sindical. e isso só reforça a nossa luta de classe..
- Qual a sua espectativa para a nova gestão no Sindicato?
- Um dos carros chefes da nossa empreitada após a posse é com relação a Caixa Previdenciária que representa o futoro dos servidores, mas existe também a questão salarial, que é uma luta de cada ano e estamos há dois anos sem reajuste, sendo os dois principais objetivos numa luta que inicia a partir de 18 de novembro.
- O que você tem a dizer para aqueles que ainda não votaram?
- Ainda dá tempo, pois a eleição irá até as 15 horas da tarde.e esperamos que todos venham exercer seu direitos de cidadania e votem na nossa chapa que é chapa única.

sábado, 12 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Epistasia - aula 3° ano

Epistasia
Existem casos em que os alelos de um gene inibem a ação dos alelos de um outro par, que pode ou não estar no mesmo cromossomo. Esse fenômeno é chamado epistasia (do grego epi, sobre, e stasis, parada, inibição). O gene que exerce a ação inibitória é chamado epistático, e o que sofre a inibição é chamado hipostático.
Se o gene epistático atuar em dose simples, isto é, se a presença de um único alelo epistático for suficiente para causar a inibição do hipostático, fala-se em epistasia dominante. Por outro lado, se o alelo que determina a epistasia atua somente em dose dupla, fala-se em epistasia recessiva.
Um exemplo de epistasia recessiva
Os camundongos comuns podem ter três diferentes cores de pelagem:
  • preto;
  • albino;
  • aguti.
Estes fenótipos são determinados por dois locos gênicos, que interagem entre eles. Vamos separar os locos para entender o fenômeno: o loco que determina a cor da pelagem foi batizado como A. Quando o genótipo do indivíduo for A_ (este traço pode significar A ou a), ele apresentará a cor aguti e quando for aa o indivíduo terá os pêlos pretos. O outro loco apenas controla a expressão do loco A. Sempre que o genótipo do indivíduo for P_, ele apresentará o fenótipo determinado por A, e quando o genótipo for pp, o indivíduo será albino, independente do genótipo para o loco A.
Observe o cruzamento ao lado e veja como funciona esta interação:
Repare que a única "função" do loco P é controlar a expressão de A. Assim, só é possível saber o genótipo de um indivíduo para o loco P se ele for albino, e neste caso, será impossível predizer o genótipo para alelo A.
Este é um exemplo clássico de Epistasia. Neste caso ela é chamada de Epistasia Recessiva, já que ocorre quando o loco epistático exerce influência sobre o outro ao ocorrer em homozigose recessiva.
Lembrando: Epistasia é definida como a interação onde os alelos de um par de gene inibem a ação dos alelos de um outro par, que pode ou não estar num mesmo cromossomo.
Um exemplo de epistasia dominante
Há outro tipo de epistasia, que é chamada de Epistasia Dominante. Como você pode imaginar, este tipo de epistasia acontece quando o loco epistático exerce influência sobre o outro ao apresentar pelo menos um alelo dominante.
A cor da plumagem em galinhas é determinada por dois locos. Um deles determina a cor propriamente dita e o outro controla a ação deste primeiro (não esqueça que este é um exemplo de epistasia). O alelo C condiciona plumagem colorida e c plumagem branca. Estes alelos interagem com os alelos I e i, de forma que, se um indivíduo tem um alelo I no genótipo, sua pelagem será branca.
Assim, apenas as aves de genótipo C_ii são coloridas. As aves ccii são brancas por não apresentarem o alelo de pigmentação (C) e as aves C_I_ são brancas porque o alelo I impede a pigmentação. Basta que a galinha tenha o alelo I em seu genótipo (_ _ I _) para que não seja produzido pigmento. Portanto, o gene epistático I atua em dose simples, comportando-se como se fosse dominante. Daí esse tipo de interação gênica ser conhecida como epistasia dominante.
  CI cI Ci ci
CI
CCII
Branco
CcII
Branco
CCIi
Branco
CcIi
Branco
cI
CcII
Branco
ccII
Branco
CcIi
Branco
ccIi
Branco
Ci
CCIi
Branco
CcIi
Branco
CCii
Colorido
Ccii
Colorido
ci
CcIi
Branco
ccIi
Branco
Ccii
Colorido
ccii
Branco
F2

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Respiração Celular

Respiração Celular Aeróbia
É um conjunto de reações de oxirredução para a obtenção de energia a partir de uma fonte energética orgânica e que ocorre obrigatoriamente em todas as células. As reações de oxirredução consistem na transferência de H+ de um composto orgânico para outro com desprendimento de energia. A fonte de energia mais utilizada é a glicose (não a mais energética), os aminoácidos e os ácidos graxos fornecem mais energia, mas são menos utilizados.
C6H12O6 + 6 O2 ® 6 CO2 + 6 H2O D G = 38 ATP
Glicólise
Fase que ocorre ainda no citoplasma. A glicose que penetra na célula na forma de glicose 6-fosfato, sofre a degradação, originando 2 ácidos pirúvicos + NADH+H+ .
NAD - nicotinamida é a substância que transfere o H de um composto para outro
ATP - trifosfato de ademosina é formado por adenina + ribose + 3 radicais fosfato. É a molécula que irá armazenar energia, que não será utilizada imediatamente pela célula. Se toda a energia produzida fosse liberada de forma imediata, a célula literalmente "queimaria".

Ciclo de Krebs

·         
    • O Ciclo de Krebs inicia-se com a doação do radical acetil do Acetil-CoA para um composto denominado Oxaloacetato, que é regenerado ao final de cada volta.
    • Esta reação tem como produto o Ácido Cítrico ou Citrato, o primeiro intermediário da via, e é catalizada pela enzima Citrato-Sintase, uma enzima reguladora alostérica.
    • São 8 as etapas enzimáticas do Ciclo de Krebs:
    • Esse processo ocorre na matriz mitocondrial.
    • Síntese do Citrato;
    • Conversão do Citrato a Isocitrato, via Cis-Aconitato;
    • Oxidação descarboxilativa do Isocitrato a a -Cetoglutarato ( a - KG );
    • Oxidação descarboxilativa do a -KG a Succinil-CoA;
    • Hidrólise do Succinil-CoA a Succinato;
    • Oxidação do Succinato a Fumarato;
    • Hidratação do Fumarato a Malato;
    • Oxidação do Malato a Oxaloacetato, que inicia um novo ciclo.
Rendimento Energético do Ciclo de Krebs:
    • À cada volta do ciclo são liberadas para a célula:
      1. 3 NADH+H+ ® Etapas 3, 4 e 8
      2. 1 FADH2 ® Etapa 6
      3. 2 CO2 ® Etapas 3 e 4
      4. 1 GTP = 1 ATP ® Etapa 5
    • No total, para cada molécula de glicose oxidada, temos:
      1. Da cadeia Glicolítica: 2 ATPs + 2 NADH+H+
      2. Da reação da Piruvato-Desidrogenase: 2 NADH+H+ + 2 CO2
      3. Do Ciclo de Krebs: 2 ATPs + 6 NADH+H+ + 2 FADH2 + 2 CO2.
  -Total:
o     4 ATPs
o     10 NADH+H+
o     2 FADH2
o     6 CO2.
Regulação do Ciclo de Krebs:
 
    • São 4 as enzimas que regulam a velocidade do Ciclo de Krebs, atuando na regulação do fornecimento de combustível para a via –
    • Acetil-CoA – e no ciclo propriamente dito.
Cadeia Respiratória
Processo metabólico de síntese de ATP a partir da energia liberada pelo transporte de elétrons na cadeia respiratória. Esta fase ocorre nas cristas mitocondriais.
    Depende de alguns fatores:
o      Energia Livre Þ obtida do transporte de elétrons
o      Uma enzima transmembrana denominada ATPase
 A Energia:
·         
    • Durante o fluxo de elétrons Þ Liberação de energia livre suficiente para a síntese de ATP em 3 locais da cadeia respiratória: Complexos I, III e IV.
    • Estes locais são denominados "SÍTIOS DE FOSFORILAÇÃO OXIDATIVA".
    • Nestes locais Þ A liberação de energia livre é em quantidade semelhante à necessária para a síntese do ATP.

Respiração Anaeróbica

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Respira%C3%A7%C3%A3o
A respiração anaeróbica envolve um receptor de eléctrons diferente do oxigênio e existem vários tipos de bactérias capazes de usar uma grande variedade de compostos como receptores de eléctrons na respiração: compostos nitrogenados, tais como nitratos e nitritos, compostos de enxofre, tais como sulfatos, sulfitos, dióxido de enxofre e mesmo enxofre elementar, dióxido de carbono, compostos de ferro, de manganês, de cobalto e até de urânio.
No entanto, para todos estes, a respiração anaeróbica só ocorre em ambientes onde o oxigênio é escasso, como nos sedimentos marinhos e lacustres ou próximos de nascentes hidrotermais submarinas.
Uma das seqüências alternativas à respiração aeróbica é a fermentação, um processo em que o piruvato é apenas parcialmente oxidado, não se segue o ciclo de Krebs e não há produção de ATP numa cadeia de transporte de eléctrons. No entanto, a fermentação é útil para a célula porque regenera o dinucleótido de nicotinamida e adenina (NAD), que é consumido durante a glicólise.
Os diferentes tipos da fermentação produzem vários compostos diferentes, como o etanol (o álcool das bebidas alcoólicas, produzido por vários tipos de leveduras e bactérias) ou o ácido láctico do iogurte.
Outras moléculas, como NO2, SO2 são os aceptores finais na cadeia de transporte de elétrons.

Fermentação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A fermentação é um processo anaeróbio de transformação de uma substância em outra, produzida a partir de microorganismos, tais como bactérias e fungos, chamados nestes casos de fermentos. Exemplo de fermentação é o processo de transformação dos açúcares das plantas em álcool, tal como ocorre no processo de fabricação da cerveja, cujo álcool etílico é produzido a partir do consumo de açúcares presentes no malte, que é obtido através da cevada germinada.
Outro exemplo é o da massa do [bolo, pão..] onde os fermentos (leveduras) consomem amido.
Esses fungos começam a digerir o açúcar da massa do pão, liberando CO2 (gás carbônico), que aumenta o volume da massa.
De um modo geral o termo fermentação também é usado na biotecnologia para definir processos aeróbios.
Há dois tipos de fermentação:
  • Fermentação aeróbica: ocorre na presença de oxigênio do ar, como por exemplo, em: Ácido cítrico, Penicilina.
  • Fermentação Anaeróbica: ocorre na ausência de oxigênio, como por exemplo, em: Iogurte, Vinagre, Cerveja, Vinho.
Não deve ser confundida com a respiração anaeróbica (processo nos  quais algumas bactérias produz energia anaerobicamente formando resíduos inorgânicos). A fermentação é usada na conserva de alimentos (por exemplo, de chucrute).

Fermentação alcoólica

Na fermentação alcoólica, o ácido pirúvico (3C) é descarboxilado e, assim, liberta CO2 e origina uma molécula de etanol (C2H5OH). Essa redução deve-se à transferência de um H do NADH, formado durante a glicólise, que passa à sua forma oxidada (NAD+), podendo ser novamente reduzido. O rendimento energético final é de 2 ATP, formados durante a glicólise, ficando grande parte da energia da glicose armazenada no etanol.

2ª Lei de Mendel

A segunda lei de Mendel, denominada de diibridismo, analisa a formação dos gametas e a manifestação da segregação independente dos fatores, ou seja, a separação de dois ou mais genes alelos localizados em diferentes pares de cromossomos homólogos.

Esta segregação fundamenta-se essencialmente durante a anáfase I da divisão meiótica, resultante não mais do estudo de uma característica isolada, conforme a primeira lei enunciada por Mendel, contudo a consideração do comportamento fenotípico envolvendo duas ou mais características.

A combinação (probabilidade) das distintas configurações possíveis, quanto à separação dos fatores, permitem a formação de variados gametas, o que ocasiona maior variabilidade genética.

Segue abaixo, um exemplo prático da Segunda lei de Mendel:

Do cruzamento de ervilhas com características puras, em homozigose dominante e recessiva respectivamente para a cor da semente (amarela e verde) e para a textura da semente (lisa e rugosa), temos a seguinte representação para a geração parental e seus gametas:
R R V V (semente lisa e amarela)      x       r r v v (semente rugosa e verde)
Gameta → RV                                                  Gameta → rv
Deste cruzamento são originados exemplares vegetais de ervilha 100% heterozigóticos RrVv, com característica lisa e amarela (geração F1 – primeira geração filial).

A partir do cruzamento entre organismos da geração F1, são formados quatro tipos diferentes de gametas e dezesseis formas possíveis de combinações entre estes, constituindo prováveis genótipos dos indivíduos que poderão surgir após fecundação (geração F2).

Tipos de gametas da geração F1 → RV, Rv, rV e rv

Prováveis combinações entre os gametas:
Proporção fenotípica obtida: 9 : 3 : 3 : 1 na decrescência quantitativa das dominâncias.

Mendel concluiu que as características analisadas independem uma das outras, aumentando o grau de diferenciação dos indivíduos de uma determinada espécie.

sábado, 5 de setembro de 2009

Sindicato dos Servidores em novo endereço



Enquanto a nova sede não é construída, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais passou para a rua em frente ao correio, num lugar tranqüilo e confortável para receber os seus filiados.  Uma forma de atender melhor as pessoas, segundo o seu presidente, mas esperamos o mais breve possível construir a nova sede do sindicato.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Prefeito dá posse aos novos Conselheiros dio CME

Na manhã do dia 04 de setembro de 2009, Prefeito Beto Azevedo,  de São Francisco de Itabapoana, dá posse aos novos conselheiro do Conselho Municipal de Educação na sede da Secretaria Municipal de Educação.  Estiveram presentes a Secretária de Educação Dayse que destacou a importância do Conselho para a formação do Sistema Municipal de Educação e a implantação de vários projetos e cursos no município. A Nova presidente do Conselho,  professora Silvana, destacou a preocupação com a implantação de cursos técnicos e a importância do Ensino Supletivo para o município.  O Prefeito deu posse e salientou a evolução das pessoas município movida pelo trabalho dos educadores, tirando muitos trabalhadores jovens dos trabalhos braçais duros do município como o corte de cana.

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